DOZE MULHERES HOJE!!!!!

 

Vilnius é super graciosa e a presidente um barato!

Hoje tem 12 MULHERES na Tailândia. A PARTIR DE 0h15. Não percam, hein!!!

Depois me escrevam para falar o que acharam.

Acabo de ver uma entrevista o Gorbachev no Euronews em que falava sobre a Perestroika.

Depois eu conto, tá muito cedo...

BEIJOSSSSSSSSSSSSSSS

MC 

Titulo: Quais surpresas me aguardam, fora a presidente da Lituânia?

Estou no avião da cia aérea Finnair, saindo de Helsinque, capital da Finlândia, voando direto para Vilnius, na Lituânia. A gravação do programa DOZE MULHERES continua (este sábado, DIA 7 DE NOVEMBRO, a partir das 0h, na Record, vai ao ar o programa da TAILÂNDIA e está bacanérrimo... personagens ótimas!) e agora chegaremos num país que me deixa emocionada.  Um temor, uma curiosidade, uma apreensão acelera meu coração: é que não tenho a mínima idéia se conseguirei achar pelo menos uma mulher da minha família por lá. Eu explico. Tudo começou com a a Lituânia na minha cabeça! 

São 5 da tarde, dia 5, neve fortíssima, já está escuro, a asa do avião branca, horas de espera fora e dentro da aeronave. Quinta-feira, início de novembro, 2009, exatamente 80 anos depois que meus parentes lituanos chegaram ao Brasil, em um navio, em Santos, litoral paulista.

 IMIGRAÇÃO: LITUÂNIA _ BRASIL

Minha história é parecida com a de centenas de filhos, netos e bisnetos de lituanos que chegaram ao Brasil, depois da truculência econômica pós independência do país, em 1918 e problemas na Europa em geral. Em 10 anos, principalmente em 1929, houve um êxodo por causa do excedente de mão de obra no campo. Aqueles que moravam na Rússia voltaram ao país fugidos da Revolução e o resultado foi um bando de desempregados na Lituâia. O pais explodiu. Os pequenos proprietários de terras, caso do meu bisavô, venderam tudo e foram em busca do sonho dourado, um país diferente com muitaaaaaaaaaaa terra e muito trabalho. 

Ao todo, foram 45 mil lituanos que chegaram ao Brasil.

Em 1929, as primas da minha bisavó, lituanos, que já haviam se aventurado, escreveram para ela contando que o lugar era ótimo, quente, bonito e tinha trabalho. Imaginem a minha bisavó, camponesa, com crianças, uma mulher forte, ambiciosa, no sentido de querer dar o melhor para a sua família... claro que convenceu o meu bisavô Alexander a trilhar esse caminho encantador à primeira vista, mas difícil para quem fala uma língua difícil pacas. Vendram tudo e nunca mais voltaram.

PROGRAMA / INSPIRAÇÃO

Quando a idéia do Doze Mulheres tomou corpo, imediatamente pensei na história das mulheres da minha família, em como elas pararam em solo brasileiro. No fundo, as raízes foram fundamentais na construção deste programa. As imagens, fotos, lembranças, tudo passava pela minha cabeça, perguntava para a minha mãe ou para a minha adorável tia Ligia, que é minha segunda mãe e madrinha da minha filha Lara, que tem esse nome por causa da sua ascendência. 

A grande personagem dessa história toda para mim é minha bisa. E por conseqüência, minha avó, mãe, tia e eu, como a primeira da família a fazer um contato real com nossas raízes.  

Minha bisa, que eu não conheci, foi a minha grande inspiração para falar das mulheres do mundo, porque foi ela quem saiu de navio com duas três filhas pequenas (minha tia-avó, minha avó e uma que faleceu),  e mais uma no ventre. O marido tinha temperamento difícil e desbravou o Brasil por causa dela, mas sei que ele não gostava de lá. Mas por causa deles eu sou brasileira!!! Minha querida avó Irene, que na realidade se chamava Regina Sericikas, e mudaram o nome dela no porto, faleceu e ficaria muito feliz de ouvir essa história. Pena! Não deu tempo. Mas ela está ouvindo lá de cima.

FAMÍLIA / TRABALHO

Tenho o maior orgulho do mundo de ter nascido de uma família de trabalhadores, porque acredito no trabalho, na força das mãos e da mente, que em conjunto tem sim a energia da transformação. Eu sou uma trabalhadora, sempre serei, apesar de adorar uma bolsa Chanel.  Essa minha força, garra, luz deve vir desse sangue lituano e a mistura com o brasileiro deu esse “caos energético ambulante” que sou eu: um poço de idéias sem fim.

Amanhã, eu entrevisto a presidente da Lituânia. Uma mulher. Trinta minutos e só. Uma das nossas DOZE MULHERES lituanas.

Beijos!

Maria Cândida

Começa a nevar por aqui, em Helsinque.

 

Direto de Helsinque, na Finlândida

 

Pela primeira vez na vida, eu gostei que a minha mala não chegou. Viva! Ulalá... já que venho da França... Risos!

É que, como vocês sabem, ou quem não sabe, explico, eu estou viajando com a minha adorável equipe por 12 países para gravar o programa DOZE MULHERES que vai ao ar todo sábado, a partir das 0h, na Record.

Dessa vez, saímos de casa dia 21 e os meninos trabalhararam muito. O destino fez com que as malas dessem uma trégua para esses trabalhadores do Brasil!!! E eu aproveitei para deixar uma mensagem, já que estou com tempo...

 Quero convidá-los para entrar no meu twitter, porque lá eu falo muito mais e online. O endereço:

mcandida2010

Adoraria ter a companhia de vocês.

Hoje o programa está super especial: é na Holanda. O lugar com as mulheres mais bonitas que vi até agora. Bonitas e determinadas. Está bacanérrimo!

Assistam!

Bjs!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

MC

PS: Helsinque, pelo que eu vi só até agora é linda...

 

 

 

 

 

Queridos,

Estou gravando na Riviera Francesa.

Não percam o programa do Vietnã Hoje!!!

Bjs

MC

 

Lavar, cortar e chapar o cabelo no Vietnã

Nosso próximo programa é no Vietnã, um país que eu já tinha visitado, em 2000. Depois eu conto com mais detalhes tudo sobre a viagem e as entrevistas, mas agora quero falar rapidamente sobre lavar cabelo em terras vietnamitas.

Sentei, pensei que me colocariam em um lavatório, mas não!!! A moça trouxe o xampu, colocou uma toalha no meu pescoço e começou a lavar lá mesmo. Achei a coisa mais diferente do mundo, tanto que comecei a tirar fotos e a perguntar se em todos os lugares era assim. Eles me confirmaram e me acharam, claro, uma extraterrestre por não conhecer esse estilo tão comum, pelo menos lá.


Lavando cabelo sentada

No início, fiquei com medo que todo aquele xampu caísse em mim. Mas depois, a moça começou a fazer uma massagem dos Deuses e quase dormi com aquela espuma toda na minha cabeça. Huummm, uma delícia! Sabe que deveríamos importar pelo menos as mãos vietnamitas... Na hora de tirar o xampu, deitei em uma caminha confortável e mais massagem! Bom, fiquei relaxadíssima... para cortar o cabelo. O cabeleireiro fez um bom trabalho, só aproveitou da minha moleza e repicou mais do que deveria, risos, e me causou danos posteriores porque tive que cortar mais e mais ao chegar em São Paulo. Agora, meu cabelo está bem mais curtinho, de tão relaxada que fiquei lá no Vietnã...



no enxague, a gente deita em uma caminha, e recebe uma massagem nos fios do cabelo



o cabeleireiro que cortou meu cabelo lá no Vietnã...


tratamento de beleza, chapinha e tudo mais...

Mão e pé: o engraçado é que eles limpam o esmalte com o dedo mesmo, não tem essa história de palitinho com acetona, não! Mas ficou bem feitinho. E o esforço das garotas valeu a pena, porque em uma hora eu estava prontinha para outra entrevista e... com cabelo cortado, chapado, mão e pés feitos, uma maravilha!!!



eu estava com pressa e as vietnamitas foram rápidas: secador nas unhas!!!



assistentes de cabeleireiro que fazem tudo: mão, pé, lavam o cabelo...

Essa foi minha experiência no salão de beleza de um hotel super bacana de Ho Chi Minh, no Vietnã.



nossa querida produtora vietnamita

Beijos!!!
MC

Boa noite!!!

Olá, queridos!

Gostaria de me desculpar com todos vocês que aguardam minhas respostas neste blog.

Vou contar uma coisa, que eu nem gosto de falar: estou ainda aprendendo a lidar com essa nova tecnologia. Acreditem! Não sei ainda responder no blog... Nem sabia escrever até agora! Nem sabia minha senha, nada! Eu sempre passava tudo para uma pessoa e eles publicavam. Mas me vi pressionada e até envergonhada por não saber fazer algo, que para todos vocês é tão simples... portanto agora vou arregaçar as mangas e de uma vez por todas espero aprender. Se essa mensagem for publicada é que eu já aprendi pelo menos a escrever no blog, Risossssssssssss...

O twitter eu já domino, por isso escrevo mais lá que aqui... O meu endereço é o: mcandida2010

Obrigada pelo carinho, pelas mensagens, pelo incentivo e pelas críticas também! Responderei para vocês... Só tenham paciência.

Beijos!

MC

 

 

MC conta tudo sobre 12 mulheres

O que tem de novo no programa Doze Mulheres?

Tudo! Não tem nada parecido com que eu fazia antes, nem eu mesma (refere-se à mudança de visual)... Risos! Bom, vamos falar sério, agora: o programa trabalha um conteúdo totalmente diferente, que nunca vi em nenhuma TV, nem em canal fechado, nem em canal aberto.

O DOZE MULHERES tem o objetivo de mostrar o perfil cultural do país, do povo, através de entrevistas com mulheres anônimas que fazem a diferença na sua comunidade, na sua profissão ou até mesmo só no seu círculo familiar.

A história de cada uma das 12 entrevistadas, de cada país, terá um valor tão grande que no cruzamento de todas as informações chegaremos a um denominador que nos indicará quem realmente são as mulheres daquele lugar e qual é e foi a influência dos homens na história delas, dos líderes políticos, da repressão ou liberdade, do abuso sexual, enfim, é quase um estudo antropológico exibido, da forma mais compreensível e popular possível, numa TV aberta.

Quantos você já gravou e em que países?

Estamos na metade do projeto. Fizemos África, Ásia e parte da Europa. Falta America do Norte, Central e do Sul e parte da Europa.

O que achou das mulheres que já entrevistou? Quais as suas impressões?

São tantas as impressões. Posso dizer que todas tem historias interessantes. Particularmente, acho qualquer ser humano interessante desde que saibamos aborda-lo da maneira certa. Algumas mulheres jamais vou esquecer. Com certeza, guardarei na memória para sempre. Eu me sensibilizo muito com mulheres que fazem trabalhos sociais, são lutadoras, que sofrem preconceitos... Algumas me fizeram chorar. Tentei me controlar, mas em alguns momentos não consegui... foi demais pra mim

Existiu alguma grande dificuldade?

Não posso considerar uma grande dificuldade. Mas duas coisas básicas que tenho que considerar: primeiro, viagens muito longas são cansativas, tem o jet leg, tomam tempo e chegamos gravando, não tem descanso, moleza, não!.

Segundo problema é o idioma. É diferente trabalhar com a sua língua. Entrevistar alguém com tradutor, você perde a essência do personagem. E eu sou uma pessoa que entrevisto olho no olho, não uso ficha, ponto, nada. Tenho perguntas básicas na cabeça e vou montando a entrevista com base na resposta da entrevistada.

Se a pessoa está respondendo em tailandês, tenho que me virar para não perdê-la, para que ela mantenha a atenção em mim. Tradutor no meio atrapalha, perde a emoção do momento, distrai, nunca traduz tudo...

Eu tento manter o olhar, a emoção e em 70% dos casos consigo essa energia da entrevistada. Parece bobagem, mas não é! Ou a pessoa entra na sua, ou a entrevista não rola...

Em inglês é mais fácil, porque a comunicação é direta. Em português é maravilhoso!

Como vocês escolheram as mulheres?

Existe um trabalho excelente de produção. Não participo, posso até opinar, mas participar diretamente não dá tempo. Existem duas formas de produção: ou os nossos produtores de São Paulo vão escolher e fazer o contato daqui ou nós contratamos produtores locais que nos indicarão personagens nos países e escolhemos quais são os perfis mais adequados. Agora, o que não existe é chegar no lugar e ficar procurando, isso não dá tempo de fazer. Ficamos em cada país cerca de 6 dias. Eu adoraria ficar um mês procurando personagens, mas é impossível.

Você se emocionou mais com alguma história?

Todas as histórias são lindas, parece piegas dizer, mas chorei com quase todas. Uma mulher, de meia idade, uma super executiva, depois de uma conversa de mais de uma hora, trouxe um terno que parecia comum... De repente ela me contou que aquele terno foi o que Nelson Mandela saiu da prisão, em 1990.

Ela adquiriu em um leilão e manteve o terno até com o botão quebrado, do jeito que Mandela deixou. Para ela e para mim, foi uma grande emoção pegar naquele terno. A liberdade dele, depois de 27 anos, mudou a história da África do Sul. E essa mulher, hoje, faz um trabalho de relações internacionais maravilhoso, em seu país... Talvez, um dia, até seja presidente.

Teve uma história de uma mulher muito simples, também na África do Sul. Ela é aidética, mas trabalha normalmente e tem aparência saudável.

Nós tínhamos montado todo o set de filmagem. Ela estava tranqüila, eu sabia que a história dela era muito difícil. Ela já tinha tentado se matar, naquele mesmo local, anos antes. Não sabia se ia me contar essa história, não sabia se ia se abrir, se confiaria em mim.

Na hora da entrevista, baixou a cabeça, começou a chorar e falou: não vou conseguir! Nas outras entrevistas eu tentava não ter contato físico com as entrevistadas, tentei ficar o mais distante do que costumo ser... Desta vez, peguei a mão dela e não soltei mais... Ela falou tudo até chegar a uma parte que nunca mais vou esquecer: perguntei se ela tinha alguma memória boa da vida. Ela lembrou da escola quando jogava futebol... Imediatamente também recordou que esses momentos foram cortados quando um homem, que veio a ser seu marido, a levou para um canto e fez sexo com ela... Perguntei se ela havia sido estuprada e ela falou que não, nunca havia sido estuprada... Expliquei que estupro é quando uma pessoa força a gente a fazer algo que nós não queremos, no caso sexo, um ato violento... Ela pensou, pensou, e disse... Então, eu fui estuprada! Eu olhei para o lado, vi todo o campo em volta, um lugar onde não pega celular, mp3, IPhone, IPod, nada e percebi como o mundo vai muito mais além que o meu pequeno mundo na TV e falei... É, a senhora foi estuprada como milhares de jovens ainda são estupradas, ainda hoje, no seu país, e os culpados ainda saem sem punição.

Você se orgulha muito desse programa, não?

Sim, muito. É um programa com muito conteúdo, que tem força, luz própria e estou aprendendo muito nesta jornada.

Mas você faz o trabalho mais de repórter do que de apresentadora, isso te incomoda?

Nem um pouco. Eu sou uma jornalista, formada desde 1992, não sou uma novata. Tenho 15 anos só de TV e dois anos de impresso. Os profissionais sérios que acompanham minha carreira sabem que sou uma pessoa séria e também versátil: eu apresento programa de auditório com platéia como fiz no Jogo do Namoro, Melhor do Brasil, como apresento programas só com reportagens minhas. E também faço programas que os outros apresentam minhas entrevistas, minhas reportagens. Sou profissional, acima de tudo. O DOZE MULHERES é o sonho de qualquer profissional.

Foi idéia sua?

Não , a idéia foi dos diretores José Amâncio e Arapinha. Mas eu insisti tanto que convenci o diretor artístico, na época, a fechar o projeto e, claro, tenho o maior orgulho disso. Risos! Há uns dois anos, eu e o Zé viajamos para Brasília. Eu ia apresentar um evento da Record lá. Papo vai, papo vem, ele falou que queria muito fazer um projeto sobre mulheres pelo mundo. Lembro como se fosse hoje. Peguei na mão dele e falei: Zé, vou fazer esse projeto com você! Ele riu... Falei... Zé, esse projeto é pra mim... Bom, acho que fui tão convincente e insistente que não dei saída para ele. Risos! Até que este ano, conversando com o diretor artístico, eu falei sobre o DOZE MULHERES e na hora eles toparam... Liguei para o Zé e o Arapinha e só faltou eu gritar ao telefone!!!

Por que você mudou o visual?

Encaro esse programa como um divisor de águas, um antes e depois... Esse momento é muito especial para mim e senti vontade de mudar. Engraçado que queria me transformar de verdade, algo que as pessoas percebessem, outra mulher, outro momento. Primeiro, cortei bastante o cabelo, acho que uns 8 a 10 dedos e também cortei uma franja bem definida, uma coisa que nunca tive.

Depois de vários estudos no computador e pelas revistas, chegamos a um tom castanho claro, da cor natural do meu cabelo, com luzes em três tons. Cerca de duas, três semanas depois, voltei ao cabeleireiro e mudamos um pouco mais, escurecemos um pouco. Todo mundo achou ótimo, mas eu ainda tinha dúvidas. Estava bonito, mas ainda não me sentia uma pessoa diferente.

Na nossa última sessão, na manhã do dia do embarque para a África do Sul, chegamos à cor certa: castanho avermelhado, exatamente a cor que imaginava. Olhei no espelho e amei, vi outro momento, outra pessoa, estava preparada para gravar o DOZE MULHERES. Do salão, passei em casa, fiz a mala e fui para o aeroporto feliz da vida.

As responsáveis por toda essa mudança, todo o conceito foi desenvolvido pelas stylists Chris Francini e Paula Martins. O corte foi do especialista em mulheres Marco Antônio di Biaggi e a cor foi desenvolvida pelo mais respeitado colorista que trabalha hoje no Brasil, o Yuhha, do MG Hair.

O macacão usado no programa foi desenhado especialmente para você?

Sim. Todo o programa foi pensado. Nada que vocês assistirem passou em branco e é por isso que amo tanto esse projeto.

Quem desenhou, criou o macacão foi a estilista Paula Martins, com style da Chris Francini. A idéia do diretor era algo reto, discreto, e as meninas chegaram com a idéia do macacão, que nós adoramos. Todo programa eu uso uma cor diferente, o tecido não amassa, porque além de usar muitas vezes, eu entrevisto pessoas em diversos lugares: sentada na grama, numa canoa, posso subir em algum local, enfim, a roupa tem que ser funcional. Elas poderão falar bem melhor sobre isso do que eu, que não sou especialista em tecidos e moda.

E o Programa da Tarde, você sente saudades do estúdio, de estar todo dia no ar?

O Programa da Tarde ficou 2 anos e meio no ar e sempre ficou em segundo lugar. Seis meses antes de terminar, eu já sabia que sairia do ar, tudo foi conversado, combinado, enfim, fiquei feliz, porque já existia esse projeto do DOZE MULHERES. Não daria para fazer os dois. Ou um, ou outro. E nesta fase da minha carreira, queria um novo desafio.

Mas o DOZE MULHERES ficará no ar durante três meses, o que você fará depois? E o seu contrato?

Aí, você está querendo saber demais! Não posso falar nada a mais que o DOZE MULHERES, o que vem depois, é depois... Sobre o meu contrato, a Record já ofereceu renovação, mas como estou viajando muito, vamos sentar mesmo para ver isso, depois que eu voltar das viagens. Como vocês estão vendo, estou muito concentrada.

E como fica a sua vida pessoal? E a sua filha?

Eu tive que montar um super esquema em casa. Meu marido é fundamental, sem ele eu não viajaria tranqüila. Além disso, tenho uma mãe e uma tia-avó fantásticas, que cuidam da minha filha como se fossem delas. E ainda tenha uma pessoa que trabalha em casa comigo já faz 10 anos, de total confiança, e mais uma babá. Portanto, acho que ela terá menos problema que eu... Risos! A Lara, tem 4 anos, tem a rotina dela. Vai à escola, natação, tem as amigas do prédio, enfim, impossível tirá-la desse ambiente. Ela sabe que a mãe viaja a trabalho, o que eu fiz para amenizar isso foi usar a tecnologia a meu favor... A gente se fala via skype todos os dia e se vê pela câmera. O pai, como dá total apoio, não a deixa dar tanto valor à distância e isso ajuda muito. Para mim, é difícil, mas eu tenho que seguir em frente, é o meu trabalho. É o mesmo quando uma atriz fica dois meses em um set de filmagem longe de casa... É a mesma situação. Sou bem resolvida com isso.

No ano passado você fez um grande evento e lançou sua marca, o que aconteceu?

No fundo, foi o nascimento da marca, desenhada pelo artista plástico Gustavo Rosa, e o objetivo era festejar essa data e atrair patrocínio para causas nobres que são a ambiental e o terceiro setor, meus trabalhos paralelos à TV.

A marca não tem nada a ver com o lançamento de roupas etc. É uma marca social, sem fins lucrativos, a não ser que vá ajudar alguma instituição. Aí, podemos ganhar dinheiro com ela e revertê-lo para quem precisa da doação.

Na ambiental, trabalho como conselheira da Rainforest Foundation. O que eles precisam, eu faço. Falo muito com o presidente da organização e fico sempre a disposição. E no terceiro setor, sou embaixadora da APAE.

Tenho várias idéias e projetos para desenvolver. Mas vou ser bem sincera, depois da crise, neste ano de 2009, tudo ficou em suspenso. Vamos ver se em 2010, de repente, conseguimos dar andamento a tudo isso.

Fotos na Filipinas

Leonardo e Zuca / cinegrafista e fotógrafo/assistente / eles se achando!!!
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Filipinas / cinegrafista Leonardo Paiola e sua aventura na moto que quase caiu...
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Filipinas / mulher: Dra Vicky Belo / cirurgiã plástica e também vende uma linha de cremes para embranquecimento
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Filipinas
Filipinas

eu e Audrey, uma das mulheres filipinas, em um Karaokê gay... Uauu!
eu e Audrey, uma das mulheres filipinas, em um Karaokê gay... Uauu!

eu e Audrey, uma das mulheres filipinas, em um Karaokê gay... Uauu!
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Mc no Pânico

Mc no Pânico Mc e Cristian Pior no Pânico

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